A carambola é uma fruta bastante presente na decoração de pratos, principalmente nas festas de fim de ano. Bonita e saborosa, ela é um perigo para pessoas portadoras de doença renal crônica. Isso porque a carambola contém uma substância que não é eliminada do organismo das pessoas que sofrem de problemas nos rins. A caramboxina é uma toxina presente nessa fruta e que, em excesso em nosso organismo, causa reações que vão desde soluços até convulsões.
Os rins são os órgãos responsáveis por filtrar nosso sangue e eliminar o excesso de água e minerais. Quando eles não estão funcionando bem, muitas substâncias acabam ficando retidas no organismo e, algumas delas são bastante nocivas. É o caso da caramboxina.
Pacientes em tratamento de diálise
A regra de passar longe da carambola é válida para renais crônicos que estão em tratamento ou não. Pessoas com os rins saudáveis podem consumir a fruta mas devem estar atentos à quantidade.
Vale ressaltar que a intoxicação por carambola em pessoas sem doença renal é rara. Entretanto, há descrito na literatura casos de pessoas que apresentaram lesão renal aguda após a ingestão de grande quantidade da fruta ou suco. Ou seja, para quem não é renal crônico, vale consumir com moderação.
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