Cuidar do rim – Por que é tão importante preservar esse órgão?

Porque cuidar do rim é importante para a nossa saúde Os rins são órgãos que desempenham papéis vitais para o bom funcionamento do nosso organismo, por isso, o seu cuidado está diretamente ligado à nossa saúde. Eles produzem hormônios que participam na formação de glóbulos vermelhos, vitamina D e contribuem para o equilíbrio da pressão arterial. Além disso, os rins são responsáveis por eliminar toxinas do nosso corpo. Veja abaixo o que fazer para cuidar do rim de modo adequado. Todos precisam preservar a saúde renal: crianças, jovens, adultos e idosos Engana-se quem pensa que crianças e adolescentes não sofrem com problemas renais. O cuidado com a saúde do rim deve começar ainda na infância. Se existir histórico de doenças renais na família o cuidado deve ser ainda maior, uma vez que podem ser de caráter hereditário, como por exemplo na Doença Renal Policística. É importante que os pais fiquem atentos a alguns sinais que podem indicar disfunção renal, tais como: inchaço, infecção urinária e enjoos frequentes. O que fazer para cuidar do rim Existem práticas simples em nossa vida que podem contribuir para uma saúde renal e melhorar a qualidade de vida. Atitudes do dia a dia, como: evitar excesso de sal e de bebidas alcoólicas, constante hidratação, dieta saudável, praticar exercícios físicos regularmente, evitar o tabagismo e consultar um médico periodicamente, são algumas dicas para cuidar da saúde renal. Clique aqui e conheça alimentos que contribuem para uma boa saúde renal Beber água contribui para a saúde dos rins A hidratação é essencial para uma boa saúde dos rins, porém existem situações em que a restrição hídrica se faz necessária como no caso dos pacientes cardiopatas, hepatopatas e portadores de disfunção renal já em estado avançado. Benefícios do esporte para a saúde renal A prática regular de atividade física é altamente benéfica à nossa saúde, pois contribui para o melhor controle dos níveis glicêmicos e da pressão arterial consequentemente auxiliando na prevenção das doenças cardiovasculares e renais Efeitos do álcool para o rim O etanol, molécula tóxica presente nas bebidas alcoólicas, afeta os níveis de varias substancias em nosso organismo. Essas alterações interferem na capacidade do nosso organismo em controlar os processos corporais ocasionando por exemplo elevação da pressão arterial e dificuldade no controle glicêmico, que como já sabemos, são fatores de risco que comprometem a função dos rins. Os malefícios do cigarro para a saúde renal Ao tragar a fumaça do cigarro, inala-se mais de 4.000 partículas e gases, muitos deles tóxicos ao rim. A ação da nicotina em nossos receptores causam aumento da pressão arterial, frequência cardíaca e resistência vascular periférica. Estudos indicam que homens fumantes têm chances maiores de desenvolverem problemas renais quando comparados com não fumantes. Dicas para parar de fumar São inúmeros os benefícios que as pessoas sentem ao parar de fumar. Em menos de um mês já é possível perceber as mudanças no organismo. Como a melhora no paladar e na respiração. Vamos dar algumas dicas que podem contribuir e incentivar as pessoas que estão tentando parar de fumar. Saia da rotina – Tentar se ocupar com coisas diferentes, é uma boa dica para deixar o cigarro. Pequenas atitudes como mudar o caminho para o trabalho e o horário de suas atividades contribuem para que você tenha uma rotina diferente e não ceda facilmente ao vício. Procure ajuda de amigos e familiares – O incentivo de pessoas próximas faz com que a tarefa de abandonar o cigarro fique mais fácil. O fato de estar entre amigos e familiares diminui o tédio e a ansiedade de fumar Autocontrole – O primeiro passo para parar de fumar é decidir e realmente querer. É muito difícil largar um vicio, isso exige muita disciplina e determinação. Tente mentalizar os vários benefícios que você sentirá ao parar de fumar e lembre-se constantemente o porque deu o primeiro passo. Para cuidar do rim, equilíbrio é peça fundamental para a qualidade de vida Podemos perceber que existem diversas práticas que contribuem para uma boa saúde renal. Acreditamos que o equilíbrio é a palavra-chave para uma boa qualidade de vida. A Renal Quality possui uma equipe interdisciplinar experiente para ajudar você que preza pela qualidade de vida e saúde renal. Para mais informações, entre em contato.
Hemodiálise para o paciente renal – Conheça o procedimento

A hemodiálise para o paciente renal é um tratamento que substitui a função dos rins quando estes não conseguem mais filtrar adequadamente as toxinas do sangue. Assim, o paciente consegue alcançar uma melhor qualidade de vida, mesmo com a insuficiência renal crônica. O procedimento é feito em uma clínica de hemodiálise por profissionais especializados em diferentes áreas para que o paciente tenha todo o suporte necessário durante o tratamento. Listamos abaixo questões essenciais para o melhor conhecimento de nossos pacientes sobre a hemodiálise. Conheça os profissionais que fazem parte da nossa equipe! O que é a hemodiálise? A hemodiálise é a separação da diálise. É um tratamento feito pelos pacientes renais crônicos que consiste na remoção dos líquidos e substâncias tóxicas do sangue, substituindo a função renal. Com o órgão danificado, a hemodiálise realiza a função de filtrar as substâncias indesejadas do sangue (uréia, creatinina) que é eliminada pela urina. Na hemodiálise uma máquina é responsável por filtrar o sangue do paciente através de um cateter (tubo) conectado a ele. O sangue vai até o dialisador, onde é feito a remoção de líquidos e toxinas excedentes. Isso é possível, pois no dialisador o sangue está exposto ao dialisato (solução de diálise) através de uma membrana semipermeável, permitindo a troca de substâncias entre o dialisato e o sangue. Desse modo, o sangue volta limpo ao paciente. A hemodiálise para o paciente renal é um procedimento seguro? A hemodiálise dói? A hemodiálise pode apresentar uma leve dor ao paciente devido à agulha espetada para fazer a conexão com a máquina. Dores de cabeça ou queda de pressão arterial podem ocorrer. Mas o provável é que o paciente não sinta outros incômodos durante a sessão. O procedimento de hemodiálise, no entanto, é muito confiável e seguro. A máquina possui diversas tecnologias que dispõem informações sobre o andamento da sessão. É possível monitorar a pressão e temperatura do paciente, condutividade do dialisato, volume de ultrafiltração, detector de ar, entre outros. Além disso, o tratamento sempre ocorre com o acompanhamento de um médico capacitado. Benefícios da hemodiálise para o paciente renal O tratamento da hemodiálise promove melhor qualidade de vida aos pacientes, melhorando os sintomas das disfunções renais. Após o início do tratamento o paciente deve sentir melhora no apetite, mais disposição para as atividades do dia a dia e menos náusea. Remoção de resíduos e excesso de líquidos do organismo Melhora significativamente a qualidade de vida do paciente renal, ajudando a aliviar os sintomas como fadiga, náusea e falta de ar. Aumento da expectativa de vida: a hemodiálise pode prolongar a vida do paciente, reduzindo o risco de complicações graves relacionadas à doença renal Controle da pressão arterial, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares relacionadas à hipertensão. Controle dos níveis de eletrólitos, como sódio e potássio Terapia HighVolumeHDF – Tecnologia na hemodiálise Os tratamentos para as doenças renais e a hemodiálise evoluíram muito com a tecnologia nos últimos anos. Atualmente o tratamento proporciona mais segurança e tranquilidade ao paciente. Um dos tratamentos mais efetivos de diálise, se aproximando da função natural do rim, é a terapia HighVolumeHDF. Este tratamento tem uma eliminação eficaz das moléculas pequenas. Isso promove benefícios sobre potenciais fatores de risco cardíaco para os pacientes em diálise. Além disso, a terapia HDF tem índice 30% menor de mortalidade e complicações em comparação à HD. De modo geral, promove mais segurança e confiança para o paciente renal em tratamento. Hemodiálise é solução para a maior longevidade dos pacientes renais Por substituir as funções de um órgão tão vital para a nossa vida, a hemodiálise é um grande aliado do paciente. Pois promove mais longevidade, disposição, autoestima e qualidade de vida. Para mais informações, entre em contato com a Renal Quality!
Uma boa dieta contribui para a saúde dos rins – Veja os alimentos que contribuem para o bom funcionamento renal

A insuficiência Renal Crônica (IRC) é uma síndrome na qual ocorre a perda da função renal de forma progressiva, tornando incapaz a regularização da homeostasia. Isso faz com que o nosso organismo não consiga equilibrar as diversas funções e composições químicas do corpo. Milhares de pessoas do mundo todo, e das mais diferentes faixas etárias, sofrem com essa síndrome. Hoje, existem várias opções de tratamento que visam melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. Pode-se optar pela hemodiálise, diálise peritoneal intermitente, diálise peritoneal ambulatorial contínua, diálise peritoneal automática, mas para garantir um bom funcionamento do organismo e melhor qualidade no tratamento, uma alimentação balanceada e saudável é fundamental. A importância de uma dieta equilibrada que beneficia os rins A busca por uma dieta equilibrada e benéfica ao rim pode ser complexa e variar de acordo com a sua condição renal, por isso deve ser feita por um Nutricionista capacitado e com experiência em sua área de atuação. Então, vamos conferir quais são as dicas alimentares que beneficiam o funcionamento do rim. O consumo de água é essencial para os rins O consumo de água é essencial para o bom funcionamento de todo o corpo, preparando o organismo para receber nutrientes e ajudando na eliminação de sódio, ureia e toxinas. Presente nas frutas o ácido cítrico evita formação de pedras nos rins O ácido cítrico previne a formação de cristais no rim, e pode ser adquirido com o consumo de laranja, abacaxi, tangerina e limão. Além disso, são ricos em antioxidantes que fortalecem nosso sistema imunológico. O cálcio também é agente importante na prevenção de pedras no rim, podendo ser obtido com a ingestão de folhas verdes-escuras (couve, chicória, espinafre, rúcula entre outras). O consumo balanceado de proteínas, sódio e potássio são indicados para os pacientes renais. As pessoas com distúrbios renais que estão em tratamento podem fazer o consumo de carboidratos (arroz, macarrão, pão) pois fornecem a energia necessária para o dia a dia. Porém, é importante controlar a quantidade de proteínas, sódio e potássio que são ingeridas. O consumo desses nutrientes deve ser balanceado de modo que não sobrecarregue o funcionamento renal, já que o rim não está trabalhando de forma ideal, podendo acumular tais nutrientes no corpo. Com isso, é importante controlar a ingestão de alimentos industrializados, ricos em sódio, e priorizar o consumo de alimentos naturais, de forma a complementar o tratamento ou prevenir doenças renais.
Nefrite lúpica: todo caso evolui para insuficiência renal?

O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença autoimune, em que o sistema imunológico da pessoa começa a atacar tecidos saudáveis do corpo e provocar lesões em diversos órgãos, sendo um deles o rim. Cerca de um terço dos pacientes com lúpus desenvolvem a nefrite lúpica, uma inflamação no rim que ocasiona lesões leves a graves, causando edemas e cicatrizes. Além disso, a nefrite lúpica é classificada em seis tipos, baseando-se em informações obtidas após uma biópsia renal. Por conta disso, é preciso ficar atento, pois quando não tratada ou não responde ao tratamento, evolui para insuficiência renal crônica. Como é diagnosticada a nefrite? Quando há lesões nos rins, é comum a presença de sangue e proteína na urina do paciente. Para um diagnóstico completo, é necessário realizar exames de sangue, urina e, se necessário, a biópsia renal. O resultado confirmará o diagnóstico da nefrite, o nível e tipo da doença e o tratamento mais adequado. Toda nefrite pode evoluir para insuficiência renal? As lesões vão de leves a graves, no entanto, há estudos mostrando que cerca de 20% dos casos de pacientes com nefrite lúpica se tornam renais crônicos.
Dia Mundial do Rim: o desafio da doença renal crônica

O Dia Mundial do Rim é uma iniciativa idealizada pela Sociedade Internacional de Nefrologia (ISN), que busca reduzir o impacto da doença renal em todo o mundo. No Brasil, a campanha é coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia, que desenvolve material informativo e educativo sobre os cuidados com os rins. É comemorado na segunda quinta-feira de março e é um alerta para o avanço da insuficiência renal crônica. Silenciosa, a doença atinge 1 em cada 10 pessoas e já é considerada epidemia pelos organismos de saúde nacionais e internacionais. Os desafios da doença renal Hoje, contamos com dois desafios para conter as estatísticas de incidência e taxa de mortalidade da doença crônica, que crescem a cada ano: a prevenção e o diagnóstico precoce. Não se sabe exatamente o número de brasileiros com alguma disfunção renal, mas estima-se que essa população chegue a 2 milhões. O último censo realizado pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) mostra que mais de 126 mil brasileiros dependem de hemodiálise para manter o funcionamento do organismo. Todos os anos, a falência dos rins é a responsável pela morte de 2,4 milhões de pessoas no mundo. “Uma pessoa pode conviver anos com a doença renal até que ela apresente sintomas. E a grande maioria, em torno de 90%, sequer desconfia. Quando descobre, a doença já está em estágio avançado, o que reduz drasticamente as chances de estabilizar ou retardar a velocidade desse processo”, afirma a médica nefrologista Maria Gabriela Rosa, da Renal Quality, de Jundiaí. A doença e a prevenção A doença renal crônica ocorre quando os rins perdem a capacidade parcial ou total das funções. Não tem cura, é progressiva e irreversível. Os problemas renais podem afetar qualquer pessoa, de qualquer idade, mas medidas simples, como manter hábitos de vida saudáveis, controlar os fatores de risco e fazer exames periódicos de urina e sangue, ajudam a detectar um problema e a evitar suas complicações. Fatores de risco Hipertensos, diabéticos e obesos têm maior probabilidade de se tornarem renais crônicos. Esse grupo inclui ainda os idosos e pessoas com histórico da doença na família. Nesses casos, a atenção deve ser redobrada, afirma Maria Gabriela, com o controle rigoroso da pressão arterial, dos níveis de glicemia e exames periódicos de triagem. Outros fatores que podem causar lesões nos rins são o fumo e o uso indiscriminado de anti-inflamatórios. “A informação, conhecer esses riscos, é fundamental para reduzir a incidência e o agravamento da doença. Medidas preventivas, como a prática de atividades físicas, manter o corpo hidratado e evitar o excesso de sal, açúcares e gorduras na alimentação, também ajudam a proteger os rins”, afirma a nefrologista. Quando diagnosticada no início, a doença renal crônica pode ser controlada e estabilizada com medicamentos e dieta. Nos estágios mais avançados, os tratamentos são a hemodiálise, com máquinas que substituem as funções dos rins, ou transplante.
Prevenção e diagnóstico da doença renal crônica são temas de workshop online

O que causa a insuficiência renal crônica? Como prevenir problemas nos rins e diagnosticar a doença a tempo de evitar tratamentos como a hemodiálise e o transplante de órgão? Essas e outras dúvidas serão respondidas pelos médicos nefrologistas Flávio Nishimaru e Andrea Caldeira em um workshop online no próximo dia 8 a partir das 14h. A ação, promovida pela Renal Quality, faz parte da campanha global de conscientização da população sobre a importância de cuidar da saúde dos rins que ocorre em março, quando é celebrado o Dia Mundial do Rim (14/3). Durante o evento, os especialistas falarão sobre os mitos que cercam a doença, fatores de risco, sintomas, diagnóstico e hábitos que devem ser adotados para a prevenção da insuficiência renal, como a prática de atividades físicas e uma boa alimentação. Também serão abordadas as formas de tratamento, a relação entre médicos e pacientes, como lidar com questões como a depressão diante de um quadro de doença crônica e o que pode ser feito para melhorar a qualidade de vida dos doentes renais. O workshop será transmitido ao vivo pelo Facebook e basta acessar a página https://www.facebook.com/RenalQuality/ para participar. Os internautas já podem enviar suas dúvidas, perguntas e comentários pelo link http://conteudos.renalquality.com.br/workshop-mes-renal ou interagir diretamente pelo Facebook durante a transmissão. A doença renal crônica tem evolução lenta e é irreversível. Em seus estágios iniciais, é geralmente assintomática, mas algumas de suas causas, como a hipertensão e a diabetes, podem ser identificadas precocemente e controladas. Estima-se que 2 milhões de brasileiros tenham alguma doença renal. O número de pessoas que fazem hemodiálise no País ultrapassa os 126 mil.
Insuficiência renal infantil: causas e sintomas

Não são apenas os adultos que sofrem com a insuficiência renal. As crianças também podem desenvolver a doença renal crônica, sendo em sua maioria congênitas (hereditária ou devida à má formação do órgão). Se não diagnosticada precocemente, a criança pode desenvolver doenças associadas, como as cardíacas. Sintomas Apesar de em alguns casos a insuficiência renal infantil não apresentar sintomas, os mais frequentes e notáveis são: inchaço, infecções urinárias, pressão alta, anemia, atraso no desenvolvimento e problemas ósseos. Tratamento Quando diagnosticado o problema, a criança deve ser acompanhada e passar por todos os exames necessários para estabilizar a pressão arterial e/ou diabetes, corrigir alterações em nível de potássio, reverter o quadro de anemia, entre outros. No entanto, caso os rins parem de funcionar, a criança iniciará a diálise peritoneal ou hemodiálise e até mesmo os trâmites do transplante. Prevenção Até mesmo na gestação os médicos podem identificar causas e consequências, como a diminuição de líquido amniótico, que geralmente indica má formação fetal. Desta forma, os pais já são orientados a tomar as medidas necessárias após o nascimento. Outra forma de prevenção da insuficiência renal infantil é realizar sempre exames habituais, como de sangue e de urina, a fim de avaliar os níveis de minerais e se o rim está funcionamento normalmente.
Frutas cítricas ajudam a prevenir cálculo renal

Se você perguntar para alguém que já possuiu cálculo renal qual é a pior dor que já sentiu, a resposta será bem óbvia. É um problema que vem atingindo cada vez mais a população, pois uma de suas principais causas é a má alimentação. Cálculo renal nada mais é que uma massa sólida que vai se formando a partir de pequenos cristais oriundos do acúmulo do ácido úrico, fósforo e cálcio. A “pedrinha” pode se formar em qualquer parte da via urinária, sendo inicialmente assintomática. Geralmente, são identificados por meio de um ultrassom de rotina ou após a temida cólica renal, reconhecida por sua intensidade. O interessante é notar que a pessoa só sente o sintoma quando o cálculo está se deslocando até a bexiga para sair do corpo. Quais as causas? Uma das causas mais conhecidas dos cálculos renais são os maus hábitos alimentares: pouco consumo de líquidos, consumo em excesso de sal, sódio, proteína animal, alimentos industrializados e refrigerantes. Como evitar? A boa notícia é que é possível prevenir cálculo renal por meio de mudanças na alimentação, cortando os excessos, priorizando verduras, frutas e legumes e consumindo bastante líquido, como água e sucos. Aqui, trago uma curiosidade: sabia que frutas cítricas ajudam a prevenir pedras nos rins? O ácido cítrico é eliminado na urina como citrato, substância que impede a união de moléculas de cálcio e sódio. Desta forma, a formação dos cristais é prejudicada. No entanto, se você é renal crônico, sempre fique atento ao consumo dos líquidos e siga as orientações do seu médico ou nutricionista 😊
Infecção do Trato Urinário (ITU) em crianças: conheça os sintomas e cuidados para prevenção

Crianças também sofrem de infecção do trato urinário (ITU). Esse é um problema mais comum do que você imagina e constitui uma das infecções mais frequentes em Pediatria. Em média, 8% das meninas e 2% dos meninos apresentam ao menos um episódio da patologia ao longo da infância. O problema pode estar relacionada a uropatias que são malformações anatômicas, que equivalem 30% dos casos e concomitantemente sintomas de disfunção das eliminações, com contaminação do trato urinário pelas fezes. A equipe de nefropediatras da Renal Quality separou algumas dicas de prevenção: Quais os sintomas? Os sintomas podem aparecer de diversas formas. Uma febre inexplicável é um dos indícios da patologia. Cerca de 5% das crianças de até 3 anos com febre e sem nenhum outro sintoma estão com infecção no trato urinário. Por outro lado, ela pode ocorrer sem a febre. Convém também ficar de olho em situações como perda de apetite, vômito, emagrecimento ou dificuldade de ganhar peso. Para as crianças maiores, importante se atentar também as idas ao banheiro. O pequeno segurou o xixi, segurou o xixi até o último minuto? Ou você notou a urina com aspecto estranho (cor e odor)? Leve-o ao médico ou nefropediatra. Como Prevenir? A prevenção ocorre desde o início da vida, por exemplo, com medidas corriqueiras como o período de controle do esfíncter: o ‘’desfralde’’. Fazê-lo antes dos dois anos pode provocar em pouco tempo problemas como incontinência urinária. A transição deve ser feita com o penico. Estimular a criança a urinar agachada aumenta a pressão intra-adbominal, o que facilita o esvaziamento completo da bexiga. Se usar o vaso sanitário, a falta de pressão ocasiona a presença de resíduo miccional que provocará infecção urinária. Além do cuidado na transição do desfralde, outras dicas são: dê bastante líquido aos pequenos, além de manter o trato urinário em atividade, o líquido ajuda evitar a prisão de ventre( fezes ressecadas), que colabora para futura infecção. Incentive a criança a urinar com frequência, mais ou menos a cada três horas. Nas meninas, limpe da área genital para o anus e certifíque-se que não sobrou nenhum resíduo. Evite também o uso de sabonetes muito fortes ou calcinha de tecido sintético que irritem a vagina. Trate ou previna a constipação intestinal (fezes ressecadas). Qualquer indício da patologia não deixe de levar a criança ao médico. O nefropediatra é o profissional capacitado para tratar esse tipo de problema. Marque uma consulta com agente.
Os cuidados nutricionais com o paciente renal crônico!

Em Abril tivemos um bate-papo a qui na Renal Quality com a nossa assistente social Tânia Regina Sibinelli. Foi um sucesso! Muita gente participou para tirar dúvidas sobre os direitos do paciente renal crônico. Tanto que vamos repetir a dose para falar de outro assunto muito pertinente: os cuidados nutricionais de quem está em tratamento.