Obesidade e doenças renais – Qual a relação?

Você já ouvir falar sobre a relação entre obesidade e doenças renais? Mais de metade da população brasileira está acima do peso. Em uma década, o número de pessoas obesas aumentou 60%*. “A obesidade resulta em uma cascata de alterações metabólicas e hormonais que contribuem para o desenvolvimento de uma série de doenças crônicas. Como a diabetes mellitus, a hipertensão, doenças cardiovasculares, a dislipidemia, o câncer e a doença renal crônica” alerta a nutricionista da Renal Quality, Leila Paula M. Veiga.”Distúrbios nutricionais são frequentemente encontrados em pacientes com doenças renais crônicas. E estão relacionados a pior qualidade de vida e aumento da morbidade e mortalidade dessa população”, afirma. Conheça os sintomas da doença renal Equilíbrio é a chave para evitar a obesidade e doenças renais Para a especialista Leila Paula M. Veiga, a chave está no equilíbrio: “A adoção de práticas alimentares saudáveis é uma das medidas que deve estar inserida no cotidiano das pessoas como um evento agradável e de socialização”. Ela alerta que a preocupação excessiva com a alimentação saudável pode também se tornar um problema. Um exemplo é a ortorexia. “Pessoas que realizam essa prática tendem a ter uma dieta cada vez mais restritiva. A ponto de excluírem grupos alimentares importantes necessitados pelo nosso corpo. Essa relação obsessiva com a qualidade da alimentação, prejudica principalmente a saúde mental e pode desencadear outros problemas de saúde”, afirma. No caso das doenças renais, apesar de ressaltar que a alimentação é fundamental para prevenção e também para as pessoas doentes, uma dieta com muitas restrições pode até mesmo fazer com que o paciente abandone o tratamento. Qualquer dieta, independentemente da população, recomenda Leila, deve ser acompanhada por nutricionista. Por exemplo, para orientação de consumo de suplementos alimentares, ricos em proteínas. Para os pacientes renais crônicos há evidências do benefício da restrição proteica sobre a progressão da doença. Assim como ocorre com a alimentação, o sedentarismo continua a ser um fator preocupante, a despeito do crescimento na prática de atividades físicas (de 30,% para 37,6%), especialmente entre os jovens de 18 a 24 anos. A importância da atividade física para a saúde renal “Independentemente do estágio da doença, os pacientes portadores de doença renal crônica são, de forma geral, sedentários. Isso afeta negativamente a saúde geral e a qualidade de vida dessa população. Pesquisas mostram que a atividade física é essencial para a saúde e bem-estar do corpo e da mente. Estudos comprovam que pacientes em hemodiálise demostram os benefícios do exercício físico. Como melhora da capacidade cardiorrespiratória e da pressão arterial”, diz Leila, lembrando que o nível de atividade física depende da capacidade funcional de cada pessoa. Os benefícios também são preventivos. “Há evidências que a prática regular de exercício físico reduz o risco de desenvolver inúmeras doenças. As principais são: hipertensão, diabetes mellitus 2, obesidade, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, ansiedade e depressão”. SAIBA MAIS Estudo do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, mostra que 15 mil casos de câncer por ano no Brasil (3,8% do total) estão diretamente ligados ao excesso de peso. A estimativa é que esse número chegue a 29 mil até 2015. A obsesidade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), está associada a 14 tipos de rumores. Mama (pós-menopausa), cólon, reto, útero, vesícula biliar, rim, fígado, mieloma múltiplo, esôfago, ovário, pâncreas, próstata, estômago e tireoide.
Elo entre médico e paciente proporciona tratamento baseado na empatia e confiança

Um convite para tratamento nutrido por maior confiança e empatia. A clínica de nefrologia Renal Quality oferece parceria com médicos terceiros e contribui para manter o elo entre médico e paciente. Afinal, tudo na vida fica mais leve quando fazemos parte de um círculo social que tem como base essas duas palavrinhas. Saber que estará amparado por amigos e familiares nas situações mais difíceis ajuda a reduzir o peso sobre os ombros. Este amparo, no caso do paciente em tratamento conservador da doença renal crônica, se faz estritamente necessário. E é natural que este laço afetivo se expanda. Nas consultas ao nefrologista, por exemplo, as visitas constantes ao consultório acabam por criar justamente estes sentimentos. De um lado, o profissional preocupado com a melhora no quadro de saúde de quem está em busca de ajuda. Do outro, o paciente que acredita nas orientações do médico para seguir em frente, com qualidade de vida. Este elo, geralmente, é quebrado quando o paciente precisa ir para uma clínica de hemodiálise. “A falta de vínculo entre as instituições pode criar certo desconforto ao paciente. A Renal Quality tem um corpo clínico formado por especialistas, acima de tudo, preocupados com o bem-estar destas pessoas. Sabemos que neste momento é crucial para muita gente que o seu médico acompanhe as sessões”, explica Maria Gabriela Rosa, nefropediatra, médica que trabalha em parceria com a Renal Quality. Em Jundiaí, quem faz o tratamento conservador de doença renal crônica conta com uma completa estrutura sem perder o contato com seu médico de confiança. A Renal Quality desenvolveu o Programa de Reciclagem: médico e paciente, baseado na humanização do tratamento por meio de parceria. Funciona assim: o médico encaminha o paciente para submeter-se às sessões na clínica, faz o acompanhamento e utiliza a estrutura. Além disso, é remunerado em tabela diferenciada. Quando o profissional se torna nosso parceiro, ele integra a equipe multidisciplinar, que já conta com profissionais da área de nutrição, psicologia, enfermagem e assistência social que contribuirão com os melhores resultados. Então hoje, convidamos você a cuidar do paciente junto com a nossa equipe! Conheça o nosso programa de reciclagem: clique aqui e seja nosso parceiro. Leia também: Quais são os direitos do paciente renal crônico?
Quais são os direitos do paciente renal crônico?

O cidadão em tratamento de Doença Renal Crônica – DRC tem uma infinidade de direitos que lhe garantem bem-estar e qualidade de vida. Muitos pacientes poderiam obter benefícios assegurados por legislações nas esferas federal, estadual e até municipal. O complicado, muitas vezes, é onde conseguir ajuda para ter o que lhe é garantido. A assistente social da Renal Quality, Tânia Regina Sibinelli fala sobre os direitos do paciente renal crônico:
Sexta-feira Santa: O renal crônico deve quebrar a tradição?

Tomar cuidado com a alimentação faz parte da rotina da pessoa com doença renal crônica. Mas está chegando a Sexta-feira Santa e como ignorar a vontade de comer um belo prato? Por causa do tratamento, é obrigatório quebrar a tradição? A Renal Quality traz algumas dicas e recomendações.
Como o álcool afeta nosso organismo?

O Dia Nacional do Combate ao Alcoolismo é comemorado em 18 de fevereiro. Essa é uma oportunidade de lembrar dos malefícios do álcool em nosso organismo, como explica Leila Veiga, nutricionista da clínica Renal Quality, em Jundiaí. Leila esclarece que o excesso desse tipo de bebida afeta, principalmente, o fígado, órgão responsável por metabolizar o álcool. No entanto, os efeitos do abuso são sentidos em todo o corpo. “O álcool pode trazer prejuízo para vários órgãos. Pode irritar a mucosa do estômago e causar alteração no intestino prejudicando a absorção de nutrientes. O sistema nervoso central também pode ser afetado, onde os principais sinais são perda de memória, perda de atenção, de reflexo e de juízo crítico da realidade”, esclarece a nutricionista. Os rins, responsáveis pela filtragem final do etanol, também acabam sofrendo. O potássio presente nas bebidas alcoólicas Pessoas portadoras de insuficiência renal devem ter prudência no consumo de bebidas alcoólicas por duas razões: elas têm que controlar tanto a quantidade de líquido quanto de potássio ingeridos diariamente. Quem elimina o excesso dessas substâncias em nosso corpo são os rins. E quando esses órgãos estão com o funcionamento comprometido, sentimos as consequências. Quando um renal crônico extrapola o limite de álcool permitido, devido ao potássio e o liquido, o coração pode ficar comprometido, tendo como resultado problemas cardíacos e dificuldade respiratória. Além de aumentar a quantidade de líquido no organismo, as bebidas alcoólicas são ricas em potássio, um mineral que quando não é eliminado do organismo pode causar danos graves ao coração. “O potássio enfraquece o coração, dificulta a respiração, o paciente se sente mais cansado. Em nível muito alto, pode levar à complicações no coração”, explica Leila. Entre as bebidas com alto índice de potássio, estão os espumantes e cervejas. E não se engane: a cerveja sem álcool também contém esse nutriente. Por isso, se os seus órgãos estão comprometidos, o melhor a fazer é evitar até mesmo a cervejinha sem álcool. E sempre seguir orientações médicas e nutricionais, consumindo com moderação qualquer tipo de bebida alcoólica. Conteúdo: Lettera Comunicação Estratégica
Janeiro roxo: um mês para falar da hanseníase

Você notou que os meses do ano têm ganhado colorações? É uma forma de se falar de doenças, prevenção e trazer esclarecimentos. E janeiro, por meio da campanha Janeiro Roxo, é o mês para debatermos a hanseníase. Essa doença se popularizou com o nome de lepra e, no passado, foi bastante mal vista fazendo com que seus portadores fossem estigmatizados e até isolados. Atualmente, existe tratamento e cura para a hanseníase. Abaixo, a Renal Quality traz algumas informações sobre essa doença: Quais são os sintomas da hanseníase? A bactéria causadora da doença – Mycobacterium leprae – lesiona nervos periféricos e afeta a sensibilidade da pele, causando manchas esbranquiçadas nas mãos, pés e olhos. Pode causar também manchas avermelhadas ou mais escuras, perda de pelos e ausência de sensibilidade nas áreas afetadas. Em casos mais graves, surgem dormência, perda de tônus muscular e retrações dos dedos, com desenvolvimento de incapacidades físicas. Podem aparecer também caroços e inchaços nas partes mais frias do corpo, como orelhas, mãos, cotovelos e pés. Como a hanseníase é transmitida? A doença é transmitida através da saliva ou secreções nasais. É importante lembrar que o contato com a pele da pessoa infectada não transmite a hanseníase. Como funciona o tratamento da hanseníase? O tratamento da hanseníase é gratuito. No Brasil, é distribuído pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e pode durar de seis meses a um ano. Após a primeira dose da medicação, o risco de transmissão já é eliminado. Você se interessa por assuntos de saúde? Então acompanhe o blog da Renal Quality 😉 Conteúdo: Lettera Comunicação
8 dicas para uma vida mais saudável

Já que é começo de ano, porque não aproveitar para mudar os hábitos e ter uma vida mais saudável? Nesta lista, a Renal Quality traz algumas dicas para você começar a se cuidar e viver com mais saúde. Pratique atividades físicas O sedentarismo está entre as principais causas de problemas cardíacos e outras doenças. Para começar a se mexer, não é necessário se transformar em atleta da noite para o dia! Você pode começar devagar, com caminhadas curtas ou com pequenas atitudes. Subir de escada em vez de usar o elevador, ir a pé até o supermercado ou à padaria, descer em um ponto de ônibus antes do de costume e caminhar algumas quadras até o trabalho… O que vale é mexer o corpo. Com o tempo, você se acostuma e passa a ter uma vida mais ativa. Cuide da alimentação Você não precisa parar de comer o que gosta, basta conhecer os alimentos e e consumi-los de modo equilibrado. Existem temperos que te ajudam a diminuir a quantidade de sal, por exemplo. Já as fibras – muito presentes em frutas e legumes – ajudam no bom funcionamento do intestino. Insira vegetais na sua alimentação diária, controle a quantidade de sal e açúcar e você verá como seu corpo vai te agradecer e funcionar muito melhor! Hidrate-se Cerca de 77% do nosso cérebro é composto por água. Além disso, ela é essencial para o bom funcionamento de todos os nossos órgãos. Para manter tudo bem hidratado, o ideal é que um adulto consuma cerca de 2 litros de água por dia. A dica é ter sempre por perto uma garrafinha cheia. E quem é portador da doença renal crônica precisa seguir as orientações médicas sobre a ingestão de água e outros líquidos. Abandone os maus hábitos Você fuma? Dorme poucas horas por noite? Consome bebidas alcoólicas em excesso? Saiba que esses são hábitos que trazem diversos danos à nossa saúde. Que tal, neste novo ano, se desafiar e deixar de lado tudo o que pode te prejudicar no futuro? Abandonar o cigarro, controlar o consumo de álcool e dormir bem são atitudes que podem te livrar de doenças e te fazer mais feliz. Durma bem E falando em sono, saiba que dormir bem pode fazer milagres por você. Uma boa noite de sono melhora o humor e ajuda a fortalecer o sistema imunológico. Além disso, um estudo publicado na revista científica Science Daily mostra que dormir bem ajuda no bom funcionamento dos rins. Para ter uma boa noite de sono, escolha um lugar tranquilo e escuro e evite utilizar celular e computador pelo menos 1 hora antes de ir para a cama. Os aparelhos eletrônicos estimulam nosso cérebro e dificultam o relaxamento. Encontre uma atividade que te faz feliz Que tal fazer algo que você ama? Pode ser um curso novo, aulas de artesanato, música, dança ou um esporte. Ter uma atividade que traz prazer e aprendizado é uma boa forma de relaxar e deixar o cotidiano mais alegre. Além disso, você desenvolve suas habilidades e conhece pessoas novas com interesses em comum. Agende seus exames de rotina Se você tem diabetes ou hipertensão, precisa consultar um médico regularmente para evitar que essas doenças causem outros problemas. Além disso, mulheres com vida sexual ativa precisam fazer regularmente os exames ginecológicos e homens a partir dos 45 anos devem consultar o urologista para fazer os exames preventivos do câncer de próstata. Manter os exames em dia é um gesto de carinho com nós mesmos. Conheça um lugar novo Pode ser um novo país, cidade ou uma pracinha nova no seu bairro. O que vale é sair de casa e surpreender-se. Conhecer novos lugares renova nossas experiências e nos enche de alegria! Conteúdo: Lettera Comunicação Estratégica
7 lugares para fazer uma caminhada em Jundiaí

A caminhada é um ótimo esporte para atletas inciantes. E, se você é do tipo preguiçoso, a dica é escolher um bom lugar, que te anime e inspire. Em Jundiaí, não faltam espaços para colocar o corpo em movimento. A cidade é bastante arborizada, o que compensa o fôlego extra exigido pelo relevo, cheio de subidas e descidas. Quer se movimentar? Então confira estas dicas: Jardim Botânico de Jundiaí Quem conhece sabe: é lindo! O Jardim Botânico de Jundiaí é famoso em toda a região. O visual e a tranquilidade são ótimos para inspirar os atletas, sejam eles iniciantes ou não. Além dos espaços para a prática de esportes, é um espaço incrível para aproveitar o contato com a natureza. Uma das atrações são os jardins temáticos, com plantas diversas, garantindo um passeio completo, para alegrar o corpo e a mente. Parque da Cidade O principal ponto da cidade para quem quer caminhar, correr ou fazer atividades físicas. Além de lindo, o Parque da Cidade oferece diversas atividades ao ar livre. De lá, parte uma pista de caminhada e ciclovia de 4,3 km que é interligada ao Jardim Botânico da cidade. Praça da Bandeira Essa é uma boa opção para quem mora no centro da cidade. A Praça da Bandeira é a mais famosa de Jundiaí. Bastante arborizada, é um espaço ideal para uma caminhada curta e tranquila em meio ao verde. Avenida 9 de Julho É movimentada e atrai diversos atletas, que aproveitam sua extensão para andar pelas calçadas. A Avenida 9 de Julho é plana, arborizada e de mão dupla. Avenida Jundiaí Essa é uma das principais avenidas da cidade, dando acesso ao famoso Parque da Uva e também ao centro da cidade. Por isso, a caminhada nessa área acaba levando a um passeio por pontos conhecidos. Avenida dos Ferroviários O movimento de atletas se intensifica aos finais de semana, quando a ciclovia é liberada. Uma caminhada pela Avenida dos Ferroviários pode se transformar em um passeio cultural, já que é por ali que fica o Mercadão da Ferroviários e o Complexo Fepasa, onde funciona o Museu Histórico. Bolão O Complexo Educacional, Cultural e Esportivo Dr. Nicolino de Luca, conhecido como Bolão, é um centro esportivo com quadras onde é possível praticar diversas atividades, como basquete, futsal ou tênis. Entre os vários espaços para a prática esportiva que o Bolão oferece, a pista de corrida é uma ótima opção para quem quer se exercitar. Outra dica Se você é atleta iniciante, comece devagar. O hábito se constrói com o tempo. Outra dica, além de escolher um ambiente agradável, é montar uma boa trilha sonora, com músicas que te agradam, para dar aquele ânimo extra.
Por que a carambola faz mal para pacientes renais?

A carambola é uma fruta bastante presente na decoração de pratos, principalmente nas festas de fim de ano. Bonita e saborosa, ela é um perigo para pessoas portadoras de doença renal crônica. Isso porque a carambola contém uma substância que não é eliminada do organismo das pessoas que sofrem de problemas nos rins. A caramboxina é uma toxina presente nessa fruta e que, em excesso em nosso organismo, causa reações que vão desde soluços até convulsões. Os rins são os órgãos responsáveis por filtrar nosso sangue e eliminar o excesso de água e minerais. Quando eles não estão funcionando bem, muitas substâncias acabam ficando retidas no organismo e, algumas delas são bastante nocivas. É o caso da caramboxina. Pacientes em tratamento de diálise A regra de passar longe da carambola é válida para renais crônicos que estão em tratamento ou não. Pessoas com os rins saudáveis podem consumir a fruta mas devem estar atentos à quantidade. Vale ressaltar que a intoxicação por carambola em pessoas sem doença renal é rara. Entretanto, há descrito na literatura casos de pessoas que apresentaram lesão renal aguda após a ingestão de grande quantidade da fruta ou suco. Ou seja, para quem não é renal crônico, vale consumir com moderação. E se você deseja conferir como vai a saúde dos seus rins, pode contar com a clínica Renal Quality. Estamos localizados em Jundiaí-SP. Por Lettera Comunicação Estratégica
Dormir bem faz bem para os rins

Todo mundo sabe que o descanso e as boas horas de sono são essenciais para a manutenção da nossa saúde. Mais do que afetar nossa concentração e humor, as horas mal dormidas podem interferir no bom funcionamento dos rins. É o que indica uma pesquisa publicada na revista científica Science Daily. Os pesquisadores acompanharam 4238 pessoas e notaram que aquelas que dormiam poucas horas por noite apresentavam maior propensão a desenvolverem perda da função renal. Mulheres que dormem 5 horas ou menos por noite, por exemplo, têm um aumento de 65% de chances de sofrerem rápido declínio das funções renais se comparadas àquelas que dormem 7 ou 8 horas por noite. Ou seja: além de todos os benefícios já conhecidos de uma boa noite de sono, ainda temos mais esse. Dormir bem faz bem para os rins! Quer conferir algumas dicas para dormir bem? Clique aqui. Conteúdo: Lettera Comunicação Estratégica